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A proposta mínima para a reforma da Previdência acordada na manhã desta quarta-feira (8/11) no Palácio do Planalto prevê três alterações em relação à original, segundo informou uma fonte ao Estado. A ideia é retirar os artigos que dificultam o acesso ao Benefício de Prestação Continuada (BPC) e à aposentadoria rural.

Ficou acertado também que o tempo mínimo de contribuição para uma pessoa poder se aposentar continuará em 15 anos, em vez dos 25 anos originalmente propostos.

A idade mínima — de 65 anos para homens e 62 para mulheres —, um ponto sempre considerado central para a reforma, não foi alterada.

Esses pontos foram acertados nesta quarta (8) numa reunião do presidente Michel Temer com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia. Eles deverão ser apresentados na forma de uma emenda aglutinativa global, que na prática substituirá o texto da proposta original.

O relator da matéria na Câmara, deputado Arthur Maia (PPS-BA), deve retornar ao Planalto às 19h com um texto já adaptado para ser novamente discutido. O governo avalia que será possível votar a proposta ainda neste semestre.

 

 

 

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