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Interceptações telefônicas realizadas pela Polícia Federal e o Ministério Público mostram um diálogo entre uma mulher identificada como Fanny, que seria auxiliar da ex-primeira-dama do Rio Adriana Ancelmo, e o marido dela, identificado como Ricardo.

Na conversa, a dupla sugere que o ex-governador Sérgio Cabral Filho (PMDB) já sabia da possibilidade de ser preso a qualquer momento. Além disso, na conversa, indicam a possibilidade de ocultação ou destruição de provas – envolvendo um colaborador chamado Rodrigo, possivelmente ligado à Secretaria da Saúde.

Em um trecho das gravações, os interlocutores comentam que o ex-governador soube minutos antes que seria preso: “Aí o Laviola veio e falou com a Célia assim: ‘Olha, Polícia pode bater aqui a qualquer momento. No que ele saiu, a Polícia bateu'”. Os dois nomes citados na conversa entre a auxiliar e seu companheiro não foram identificadas pela Polícia Federal.

 

 

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