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Mantido no cargo de ministro da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU), Wagner Rosário (foto em destaque) afirmou que irá preservar a equipe atual para o próximo governo. Escolhido pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), em 20 de novembro, Rosário disse ao Metrópoles que “não deve sair ninguém” do seu time.

“Vou manter praticamente toda a equipe. Não deve sair ninguém. Vamos continuar o trabalho que vem sendo feito”, declarou Wagner Rosário, que se tornou titular da CGU em junho deste ano.

Assim, nomes importantes da CGU devem permanecer na linha de frente da pasta, como: o ouvidor-geral da União, Gilberto Waller; a secretária de Transparência, Cláudia Taya; o corregedor-geral da União, Antônio Carlos Vasconcellos Nóbrega; o secretário-executivo, José Marcelo Castro; e o secretário federal de Controle Interno, Antônio Carlos Bezerra Leonel.

Dentro do gabinete do ministro, uma saída confirmada é a do advogado André Luiz de Almeida Mendonça (foto abaixo), um de seus assessores especiais. Ele foi indicado por Bolsonaro para assumir a Advocacia-Geral da União (AGU) no lugar de Grace Mendonça.

Reprodução

André Luiz de Almeida Mendonça é o novo advogado-geral da AGU

 

Ao contrário dos outros futuros ministros e titulares de órgãos federais, André Luiz Mendonça e Wagner Rosário têm concentrado o trabalho mais na própria CGU e menos no Centro Cultural Banco do Brasil, sede do governo de transição. Uma escolha que se deve à estrutura e à proximidade com membros da equipe, os quais já vêm atuando na atual gestão.

A CGU foi criada em 2003 e tem status de ministério. Age na defesa do patrimônio público, no incentivo à transparência e também no controle interno de prevenção e combate à corrupção.