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Marina Silva, presidenciável pelo partido Rede, propõe em seu plano de governo proteção por lei a casamentos entre pessoas do mesmo sexo. Outra proposta é dar autonímia ao Banco Central, mas não conferir independência institucionalizada ao BC, segundo o jornal o Estado de São Paulo.

Nas eleições de 2014, Marina não apresentou nada do tipo em sua campanha voltado aos casais homoafetivos. Neste ano, ela foi alvo de críticas de lideranças evangélicas por incluir as proposições em seu plano de governo. No documento, a candidata ainda abrange as propostas de reformas política, tributária e da Previdência.

Ainda segundo a reportagem, a candidata revisou as 61 páginas do documento chamado de “Brasil justo, ético, próspero e sustentável”. O plano é o primeiro desenvolvido pelo partido Rede – em 2010, foi desenvolvido pelo PV; e, em 2014, o responsável foi o PSB.