Maia afirma que organização do governo no Congresso está lenta

Democrata disse que transmitiu ao chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, o “desconforto do parlamento” sobre a previdência dos militares

Hugo Barreto/MetrópolesHugo Barreto/Metrópoles

atualizado 25/02/2019 16:48

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta segunda-feira (25/02) que, independentemente da chegada do projeto da reforma da Previdência para os militares ao Legislativo, a proposta do governo terá uma tramitação mais vagarosa. “Independente do projeto dos militares, acho que a organização do governo aqui [na câmara] ainda está lenta”, disse Maia.

Maia ainda afirmou que o “governo precisa se organizar” para que a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) seja instalada.

O deputado disse também que transmitiu ao ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, o “desconforto do parlamento” sobre a chegada ou não de um projeto de lei para alterar as regras de aposentadoria dos militares. Mesmo com esse “desconforto”, Maia se comprometeu com o ministro a votar o projeto sobre os militares assim que a reforma da Previdência já enviada à Casa for aprovada.

Também nesta segunda, o presidente da Câmara já havia ressaltado que a reforma da Previdência só deve começar a tramitar após o governo definir a proposta para reforma da previdência dos militares. O setor ficou de fora da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) entregue à Câmara na semana passada.

A primeira comissão pela qual o projeto da reforma da Previdência passará, a CCJ, só deve ser instalada após o carnaval. Segundo Maia, a votação do texto da PEC no plenário deve acontecer em junho.

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