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Os parlamentares petistas que faltaram às sessões na Câmara e no Senado para acompanhar a caravana do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo Sul do país poderão ter os dias descontados do salário. O valor de cada sessão varia entre R$ 1,2 mil e R$ 1,6 mil. As informações são da jornalista Andreza Matais, da Coluna do Estadão.

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM/RJ), avisou que não vai abonar faltas justificadas como “atividade política”. “Senão a Câmara não vai dar quórum nunca mais na vida”, argumentou.

Porém, têm direito a abono regimental automático líderes partidários, presidentes de legendas, membros da Mesa Diretora e ex-presidentes da Casa. É o caso de Paulo Pimenta (RS), líder do PT, que teve pelo menos cinco faltas abonadas automaticamente.

Presidente do Partido dos Trabalhadores, a senadora Gleisi Hoffmann (PR) justificou como “atividade política/cultural” para tentar não levar falta na sessão do dia 21 de março. Outros deputados que faltarem precisam do aval de Rodrigo Maia para abonar as ausências.

 

 

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