Bolsonaro se encontrará com presidentes de Angola e do Quênia

As reuniões não estavam previstas na agenda oficial do presidente. Ele só faria escalas nos países até chegar à Índia

Rafaela Felicciano/MetrópolesRafaela Felicciano/Metrópoles

atualizado 23/01/2020 20:42

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou nesta quinta-feira (23/01/2020) que se encontrará com o presidente de Angola, João Lourenço, e com o presidente do Quênia, Uhuru Kenyatta, antes de chegar à Índia. Os encontros não estavam na agenda oficial do chefe do Executivo federal. Constava apenas a escala nos dois países.

“Nos dois países, a previsão é ser recebido pelos respectivos chefes de Estado, não será apenas abastecimento. Vai demorar ao menos uma hora a mais, vamos fazer contato com esses nossos irmãos da África. Quem sabe possamos ali dar inicio a negócios entre nossos países. É muito bom para nós e para eles também”, disse Bolsonaro durante transmissão ao vivo no Facebook.

Os encontros devem ocorrer entre esta quinta e sexta-feira (24/01/2020), segundo o horário de Brasília. O presidente disse estar muito “honrado” com o pedido dos chefes de Estado de recepcionar a comitiva presidencial brasileira nos aeroportos de Luanda e Nairóbi.

Bolsonaro embarcou para a Índia na manhã desta quinta para um encontro oficial em que deve assinar ao menos 10 acordos bilaterais em áreas como segurança cibernética, bioenergia e saúde. A previsão é que o avião presidencial chegue a Nova Delhi por volta das 16h desta sexta. Ele retorna a Brasília na terça-feira (28/01/2020).

A comitiva de Bolsonaro é formada pelos ministros Ernesto Araújo (Relações Exteriores), Marcos Pontes (Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações), Bento Albuquerque (Minas e Energia), Teresa Cristina (Agricultura) e Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional).

O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, o secretário da Pesca, Jorge Seif, o senador Luiz Carlos Heinze (PP-RS), o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e o deputado federal Filipe Barros (sem partido-PR) também acompanham o presidente.

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