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O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), disse nesta terça-feira (4/12) que o Ministério do Meio Ambiente vai “se enquadrar à realidade das necessidades do povo brasileiro”. A pasta é uma das duas que ainda não tiveram um chefe definido para o próximo governo. Além dela, Direitos Humanos não tem um ministro ainda.

Inicialmente, Bolsonaro estudou fundir o Meio Ambiente com o Ministério da Agricultura. Após críticas de ambientalistas e ruralistas, ele recuou da proposta.

“Pode ter certeza que [o Ministério do Meio Ambiente] é um dos mais importantes. Tem a ver com tudo, como infraestrutura, licenças [ambientais], agronegócio. Você quer fazer uma PCH (pequena central hidrelétrica), não pode levar 7 a 8 anos para quem sabe conseguir a licença. Tem que ser de forma mais rápida”, disse:

“O Ministério do Meio Ambiente vai se enquadrar à realidade das necessidades do povo brasileiro e preservação ambiental”, completou.

Funai
Bolsonaro contradisse o ministro extraordinário da transição governamental, Onyx Lorenzoni, sobre o destino da Fundação Nacional do Índio (Funai). Na segunda (3), o futuro ministro da Casa Civil afirmou que o órgão deveria ser submetido ao Ministério da Agricultura. Nesta terça, Bolsonaro disse que a Funai poderá ser submetida ao Ministério da Cidadania, de Osmar Terra.

“Pode ir lá para a Ação Social [Cidadania]”, declarou o próximo presidente da República.