“Bem maior do que imaginava”, diz Onyx sobre texto-base da Previdência

A quarta versão do parecer do relator da reforma, Samuel Moreira (PSDB-SP), foi aprovada nesta quinta-feira (04/07/2019)

Marcos Corrêa/PRMarcos Corrêa/PR

atualizado 04/07/2019 16:24

O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM), comemorou nesta quinta-feira (04/07/2019) a aprovação do texto-base da reforma da Previdência na comissão especial da Câmara dos Deputados e afirmou que a vantagem no resultado foi “bem maior” do que imaginava.

“O presidente [Jair] Bolsonaro montou uma equipe que é um time. O trabalho dá mais um passo importante, assim como foi na CCJ, com uma diferença de votos extraordinária. Bem maior do que a gente imaginava”, afirmou.

Segundo Onyx, o resultado de 36 votos a favor do relatório de Samuel Moreira (PSDB-SP) contra 13 mostra demonstra que o governo “encaminha muito bem” a reforma para o plenário da Câmara. “Se tudo ocorrer bem, já [será analisado] na próxima semana”, acrescentou.

Questionado sobre o que foi negociado com o Centrão nessa quarta-feira (03/07/2019) para votar a favor do parecer, Onyx explicou que “ao contrário do que é dito, este é um governo que dialoga”.

“O governo venceu todas [as batalhas] até agora e vai continuar vencendo, por uma razão bem objetiva. Ao contrário do que é dito, é um governo que dialoga”, finalizou.

A quarta versão do parecer do relator da reforma da Previdência foi aprovada nesta quinta-feira, na comissão especial da Câmara dos Deputados, em votação nominal. A decisão foi celebrada por parlamentares pró-reforma, que ficaram de pé e bateram palma pelo resultado final.

Além do PSL, partido do presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), orientaram pela aprovação do texto PP, PL, PSD, MDB, PRB, PSDB, DEM, Solidariedade, Podemos, Pros, PTB, PSC, Cidadania, Novo, Avante e Patriota.

Foram contrários ao parecer: PSB, PDT, PT, PCdoB, PV, Rede e PSol. Antes da votação do texto-base, foram analisados requerimentos regimentais apresentados pela oposição como parte do “kit obstrução” para atrasar os trabalhos da comissão.

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