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Um dia após anunciar sua pré-candidatura à Presidência do PSDB, o senador Tasso Jereissati (CE) foi destituído do comando interino da legenda pelo presidente nacional da sigla, Aécio Neves (MG), que estava afastado desde maio por ter sido gravado pedindo R$ 2 milhões ao empresário Joesley Batista.

Aécio teria sido pressionado por ministros tucanos para retirar Tasso do comando do PSDB. O mineiro foi pessoalmente ao gabinete do cearense para informá-lo da decisão. O senador argumentou que era preciso garantir isonomia na disputa pela Presidência do PSDB, e, liderando os tucanos, Tasso estaria em vantagem.

Confira o documento abaixo:

Reprodução

Além de Jereissati, concorre ao cargo de presidente do partido o governador de Goiás, Marconi Perillo. Em nota, o chefe do executivo goiano aprovou a atitude de Aécio Neves. “A decisão tomada hoje pelo presidente nacional do PSDB foi correta e justa e restabelece o equilíbrio de forças para a disputa na Convenção Nacional do partido em dezembro.
Seria antiético e nem um pouco isonômico o processo se essa decisão não fosse adotada, já que a máquina partidária poderia pender para o lado de quem estivesse no comando do partido”, afirmou.

“De minha parte, continuo determinado a manter o nível elevado dos debates e proposições e, sobretudo, aberto ao permanente diálogo em defesa da unidade e da pacificação do PSDB.
Dos sete mandatos que exerci, seis foram nos quadros do PSDB, e em todos os momentos da minha vida partidária fui solidário, ético e colaborativo para com meus companheiros, colaborando sempre com a unidade, em todas as convenções e momentos cruciais ou decisivos da vida do partido”, completou Marconi.

 

 

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