Polícia tenta identificar homem morto por botijão de gás no Rio

Nenhum parente foi ao IML. Se a família não reclamar o corpo em 14 dias, vendedor de frutas será enterrado como pessoa não identificada

atualizado 14/10/2020 12:22

Homem arremessa botijão de gás no Rio de JaneiroDivulgação/ PMRJ

A Polícia do Rio de Janeiro busca identificar o homem que morreu após ser atingido por um botijão de gás arremessado da janela do 12º andar de um prédio na tarde de segunda-feira (12/10).

O corpo do vendedor de frutas, conhecido em Copacabana como Tronco, está no Instituto Médico Legal (IML) e até agora ninguém foi reconhecê-lo. As informações são do G1.

Segundo a polícia, é necessário que algum parente vá até o IML reclamar o corpo. Caso isso não aconteça em até 14 dias, ele será enterrado como pessoa não identificada.

No momento em que foi atingido, o homem não possui nenhum documento de identificação. Como teve ferimentos graves, será necessário realizar identificação por digital ou através do exame da arcada dentária.

O homem que arremessou o botijão de gás foi preso e encaminhado para a 13ª DP (Copacabana). A Polícia Miliar informou que foi chamada para verificar a ocorrência durante a tarde. “No local, uma pessoa foi encontrada caída ao solo e o Samu também foi acionado. Um indivíduo foi detido”.

Surto

De acordo com a irmã e dois patrões do rapaz que arremessou o botijão, ele tem problemas mentais. Uma das hipóteses levantadas pela investigação é de que o morador tenha sofrido um surto antes de jogar o botijão.

“Um botijão de gás em queda livre, jogado do 12º andar de um prédio, leva de três a quatro segundos para chegar no solo, com aproximadamente 125 km/h”, disse o especialista em gerenciamento de risco, Gerardo Portela.

 

 

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