Padre morto em Minas não tinha “caso” com jovem, diz polícia

“Estamos tratando o caso como latrocínio, porque os pertences da vítima desapareceram", esclareceu o delegado da Polícia Civil mineira

atualizado 18/10/2020 18:44

Foto: Reprodução/Facebook/Adriano Barros + Reprodução/@pcmgoficial/Twitter)

A Polícia Civil prendeu o segundo suspeito de envolvimento na morte do padre Adriano da Silva Barros, na cidade mineira de Simonésia, na região da Zona da Mata. A prisão aconteceu no Rio de Janeiro, na noite da última sexta-feira (16/10). O carro do religioso também foi localizado. A corporação desmentiu a versão do primeiro suspeito preso. Ele afirmou que mantinha um relacionamento com a vítima.

O delegado Carlos Souza explicou que a versão do jovem de 22 anos não faz sentido, já que os pertences da vítima não foram localizados. “Estamos tratando o caso como latrocínio, porque os pertences da vítima desapareceram: celular, carteira e o veículo”, detalhou. No depoimento prestado, o suspeito disse que matou o padre quando tentou o extorquir.

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