Paes minimiza falta de cobrança do passaporte de vacina no Carnaval
Prefeito do Rio de Janeiro lembrou ainda da morte da menina Raquel imprensada por um carro alegórico
atualizado
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Pela terceiro dia de desfile na Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro, nesta sexta-feira (22/4), não há controle do passaporte vacinal no Sambódromo do Rio de Janeiro. O comprovante da imunização é uma das maneiras de combater a dissminação da Covid-19. O prefeito Eduardo Paes (PSD), minimizou a questão ao chegar ao local.
Eduardo Paes ressaltou que na próxima segunda-feira (25/4) o Comitê Científico da prefeitura se reunirá para avaliar a suspensão da exigência do passaporte da vacina em eventos.
“Tem que ter o passaporte. Mas não vamos transformar isso em um drama”, alegou Paes. Para o presidente da Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa), Jorge Perlingeiro, a questão é com às autoridades sanitárias. “O passaporte foi exigido para os credenciados e quem vai desfilar. Mas essa cobrança só seria aqui. O Maracanã junta 70 mil pessoas e nada é cobrado”, avaliou Perlingeiro.
O prefeito voltou a comentar sobre a morte da menina Raquel Antunes da Silva , que morreu nesta sexta-feira (22/4) no Hospital Souza Aguiar, dois dias após ser imprensada por um carro alegórico da em cima da Hora na rua Frei Caneca.
“Infelizmente tivemos essa fatalidade. Estamos conversando com o Ministério Público sobre isso desde ontem. E a secretária de Desenvolvimento Social está acompanhando a familia” afirmou Eduardo Paes.
