Mourão diz que vai tomar vacina da Covid-19: “Não é uma questão individual”

O vice-presidente da República estava afastado após contrair o novo coronavírus, no último dia 27

Recuperado da Covid-19, o vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB), afirmou nesta segunda-feira (11/1) que, apesar de ter contraído o novo coronavírus, não está menos preocupado em relação à vacinação, e vai esperar a vez dele para ser imunizado.

“Eu acho que a vacina é para o país todo. Não é uma questão individual, o indivíduo aqui está subordinado ao coletivo, nesse caso. Pretendo tomar a vacina dentro da minha vez, eu sou do grupo 2, de acordo com o planejamento. Tomo antes, se for uma questão propagandística”, disse.

Mourão voltou ao trabalho nesta segunda-feira, após ser diagnosticado com o coronavírus no dia 27 de dezembro. “Eu tive três dias com sintomas mais pesados, mas depois tomei a medicação preconizada e, depois do quinto, sexto dia, eu já estava bem”, revelou.

Em uma publicação no Twitter na manhã desta segunda-feira (11/1), ele agradeceu as orações e mensagens positivas.

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Vice-presidente da República, Hamilton Mourão (PRTB)
Vice-presidente Hamilton Mourão
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Vice-presidente Hamilton Mourão
Vice-presidente Hamilton Mourão
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Mourão, que na sexta-feira (8/1) lamentou o marco de 200 mil mortos em decorrência da Covid-19, exaltou a medicina no combate ao vírus. “Infelizmente, existe esse número elevado, tanto é que na semana passada perdi dois amigos de longa data pra essa doença, mas a nossa medicina tem feito um papel muito bom e, quando você olha a realidade dos números, existe um número significativo de gente que morreu, mas nós temos mais de 7,5 milhões de pessoas que foram curadas. Mais um feito da nossa medicina”, exclamou.

Aquisição de seringas e agulhas

Num esforço para concretizar a imunização da população, o governo reduziu o Imposto de Importação a 0% para seringas e agulhas, na quarta-feira (6/1). O vice-presidente disse acreditar que, em conjunto com os estados, o governo federal tem a capacidade de realizar a aquisição dos itens.

“Os estados têm material pra começar a vacinação e o governo federal pode fazer uma requisição de seringa e agulha pra complementar o que for necessário”, sugeriu Mourão.