Modelo encontrada no Rio quer deixar hospital: “A mãe chora muito”

Por enquanto, não há previsão para ela ser liberada do local. Amigo diz que a mãe de Eloisa só chora quando fala com a filha ao telefone

atualizado 16/10/2020 17:21

Reprodução: Instagram

A modelo Eloisa Fontes completou 10 dias de internação desde que foi encontrada desorientada dentro da comunidade do Cantagalo, no Rio de Janeiro. Em conversas que a jovem de 26 anos tem com a mãe, ela só pede para ser liberada do Instituto Municipal Phillipe Pinel. Segundo relatos de Francisco Assis, amigo da família, a mãe de Eloisa chora muito ao telefone por estar preocupada com a filha.

“Ela está bem, dentro das possibilidades. Fala a todo momento que quer sair dali, como todos que se encontram internados. Ninguém quer ficar ali. Eu já conversei com ela duas vezes nesta semana e não mantém uma conversa regular por causa da medicação. Só fala que quer sair dali. Ela tem falado com a mãe também. Em todas as vezes, ela falou a mesma história, querendo saber quando a mãe vai tirá-la de lá” diz Assis.

De acordo com o jornal Extra, Eloisa permanece medicada e recebendo todo o suporte psicológico e psiquiátrico no hospital municipal. Por enquanto, não há previsão para ela ser liberada da instituição.

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O amigo da família também afirma que a mãe da modelo, Luciene, ainda sente pelo que acontece com a sua filha. Com a pandemia do coronavírus, ninguém pode visitar a jovem, os contatos só acontecem por telefone quando ela liga.

“Ela tem ligado muito para mãe. Ela não pediu nada para gente, nem para levarmos. Mas só quer sair. A mãe não está tranquila de ver a filha nessa situação. Ela chora muito no telefone, está preocupada. Mas deposita as esperanças em mim e na minha esposa, nos disse: “Só vocês mesmo para ajudá-la, porque, se fossem outras pessoas, isso não aconteceria”.

Exames

Segundo as informações, a modelo já havia realizado vários exames, até a penúltima internação, em agosto. Em todos, a jovem não foi constatada com nenhum problema médico.

Entre os exames solicitados estavam de gravidez e de doenças sexualmente transmissíveis, como sífilis, além de HIV, hepatite e HPV. Porém, Eloisa será submetida a novos testes.

O amigo da família afirma que, sobre a transferência para uma clínica particular, isso ainda vai ser analisado. A decisão só será tomada após ela ter alta do Pinel.

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