Lula assina recondução de Paulo Gonet à PGR

Lula assinou a recondução de Gonet nesta segunda (15/12) e disse confiar na atuação firme e independente do procurador-geral da República

atualizado

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1 de 1 Imagem colorida do presidente Lula com Paulo Gonet - Metrópoles - Foto: Ricardo Stuckert/Presidência

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou, nesta segunda-feira (15/12), a recondução de Paulo Gonet ao cargo de procurador-geral da República. A nomeação foi publicada no Diário Oficial da União na última semana e garante ao procurador mais dois anos à frente do Ministério Público Federal (MPF).

Em declaração, Lula afirmou que o país “precisa de seriedade, coragem e compromisso com a verdade”, além de “boa investigação, denúncia responsável e independência para agir sem medo de quem quer que seja”.

Segundo o presidente, Gonet seguirá cumprindo essa missão “com firmeza e responsabilidade”, contribuindo para o fortalecimento da democracia e das instituições.

A indicação de Gonet foi aprovada pelo Senado em novembro, por 45 votos favoráveis e 26 contrários. O procurador precisava de, ao menos, 41 votos para ser reconduzido.

O resultado marcou a menor margem de aprovação de um procurador-geral da República e o menor número de votos favoráveis desde a redemocratização, em 1988.

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Lula e Gonet
Lula cumprimenta Gonet em posse na PGR
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Lula cumprimenta Gonet em posse na PGR

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Gonet ocupa o cargo desde 2023

Paulo Gonet ocupa o comando da Procuradoria-Geral da República desde dezembro de 2023, também por indicação de Lula. Ele integra o Ministério Público Federal desde 1987 e já exerceu diversas funções ao longo da carreira, incluindo a de vice-procurador-geral eleitoral.

Nesse cargo, assinou o parecer que recomendou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a declaração de inelegibilidade do ex-presidente Jair Bolsonaro, em 2023. Já como procurador-geral da República, foi responsável por apresentar a denúncia e atuar nos julgamentos contra os acusados de tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022, incluindo o próprio Bolsonaro.

Durante a sabatina no Senado, Gonet defendeu sua atuação à frente do MPF e afirmou que o órgão não apresenta “denúncias precipitadas” nem atua com viés político. Segundo ele, o trabalho da Procuradoria é técnico e não busca aplausos.

Com a recondução formalizada, Paulo Gonet seguirá no comando do Ministério Público Federal até 2027.

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