N° 2 do PCC, Vida Loka pede saída de presídio por “violarem dignidade”

Abel Pacheco de Andrade, também conhecido como "General", é acusado de ter ordenado a execução de dois desafetos da organização criminosa

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atualizado 21/05/2019 16:36

A defesa do número 2 da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), Abel Pacheco de Andrade, mais conhecido como “Vida Loka”, entrou, nesta terça-feira (21/05/2019), com um pedido alegando que o constante isolamento a que o preso é submetido “viola a dignidade humana”. Ele cumpre pena na penitenciária federal de Brasília desde outubro de 2018. As informações são do UOL.

Segundo a advogada de defesa de Vida Loka, ele não é líder do PCC. “A permanência em regime extremo de prisão federal perpetuamente é medida ilegal e atentatória à dignidade da pessoa humana, uma vez que se assemelha a um RDD [Regime Disciplinar Diferenciado] permanente”, escreveu a defesa.

Investigações do Ministério Público (MP) contra o presidiário mostram que a Justiça de São Paulo requereu ao Departamento Penitenciário Nacional (Depen) a permanência de Vida Loka sob poder da União.

Codinomes
Vida Loka tem outros codinomes no mundo do crime: Tico, Zagueiro, Capitú, Abelardo, Bebel, Japa e Japonês. Mas a Justiça já o chamou de “General” do PCC.

O preso é acusado de ter ordenado a execução de dois desafetos da organização criminosa. Vida Loka é apontado pelo Ministério Público como um dos quadros mais importantes para o desenvolvimento das atividades criminosas do PCC e responde a outras acusações na Justiça.

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