Justiça decreta prisão preventiva de acusado de matar 3 enteados

Homem teria posto fogo em casarão para matar as crianças (de 4, 5 e 7 anos), filhas da companheira. Ele também foi isolado de outros presos

atualizado 27/01/2020 23:04

Reprodução

A Justiça transformou, nesta segunda-feira (27/01/2020), em preventiva a prisão temporária do padrasto das três crianças mortas em Paraty, na Costa Verde do Rio de Janeiro. Fernando Evangelista da Silva, de 36 anos, é acusado de ter iniciado um incêndio criminoso que matou os filhos (de 4, 5 e 7 anos) da companheira dele, Dara Cristina de Almeida Santos Souza, além dos crimes de tentativa de feminicídio e incêndio.

Silva foi preso na sexta-feira (24/01/2020), quando os corpos das crianças foram achados no casarão incendiado.

As informações são do jornal O Dia.

Na decisão, o juiz Marco Aurélio Adania sustentou que há indícios suficientes de que o homem foi o responsável por colocar fogo na casa. A avaliação foi baseada em série de depoimentos colhidos por policiais da 167ª DP (Paraty).

O magistrado alegou, na audiência de custódia, que a ideia da conversão da prisão temporária em preventiva é “garantir a ordem pública e assegurar a aplicação da lei penal”.

Devido à repercussão do caso e ao fato de ele ter prestado depoimento se dizendo ameaçado pelos outros presos, o juiz ordenou que Silva fique separado dos outros presos.

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