*
 

A Polícia Civil de São José do Rio Preto (SP) anunciou nesta sexta-feira (3/11) a prisão de Jonathan Pereira do Prado, acusado de ter assassinado a radiologista Kelly Cristina Cadamuro, de 22 anos, durante uma carona entre as cidades de Itapagipe (MG) e Rio Preto. A moça havia desaparecido em 1º/11 e seu corpo foi encontrado no dia seguinte.

Jonathan estava foragido do Centro de Progressão Penitenciária (CPP) do município paulista desde março, quando foi beneficiado em uma saída temporária e não voltou. Segundo a polícia, ele confessou o crime durante o depoimento aos investigadores e afirmou ter entrado em um grupo de WhatsApp de caronas, do qual Kelly era participante, com a intenção de matar e roubar a jovem. Ele responde por oito crimes, dentre eles: estelionato, extorsão, ameaça, roubo, furto, lesão corporal, apropriação e uso de moeda falsa.

Outros dois suspeitos também estão presos e já foram identificados. São eles, Luis Cunha, que teria ajudado a matar a jovem, e Daniel Teodoro da Silva, acusado de receptar objetos roubados de Kelly. Os três foram levados para a delegacia da Polícia Civil em Frutal (MG), onde seguem as investigações.

O namorado de Kelly, Marcos Antônio da Silva, encontrou as calças da jovem no meio do mato quando auxiliava os investigadores nas buscas pela jovem. Pouco depois, policiais acharam o corpo da vítima, já em estado de decomposição, à margem de um córrego: a jovem estava seminua, com as mãos amarradas e havia marcas de estrangulamento ao redor de seu pescoço.

O caso chocou o país e muitas pessoas estão mandando mensagens de apoio tanto à Kelly quanto a Marcos pela rede social Facebook. As últimas publicações de ambos os perfis estão repletos de manifestações, lamentando a tragédia (veja abaixo).

 

 

 

 

COMENTE

Minas GeraiscaronaKelly Cristina Cadamuro
comunicar erro à redação