Bolsonaro nega misoginia: “Meu governo foi o que mais prendeu machões”

Presidente disse ainda que existe uma “narrativa” da oposição para dizer que ele não gosta de mulheres

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Ratinho e Bolsonaro
1 de 1 Ratinho e Bolsonaro - Foto: Reprodução

Em mais uma ação voltada para o eleitorado feminino, onde sofre forte rejeição, o presidente Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição, negou ser misógino e, como prova, afirmou nesta terça-feira (13/9) que seu governo foi o que “mais prendeu machões pelo Brasil”, em referência à violência contra as mulheres.

A declaração foi feita durante participação em “sabatina” no programa do Ratinho, no SBT, quando o chefe do Executivo federal foi questionado sobre o eleitorado feminino. Segundo ele, existe uma “narrativa” da oposição para dizer que ele não se simpatiza com as mulheres.

“O meu governo foi o que mais prendeu machões pelo Brasil. […] Isso que eu não gosto de mulher é uma narrativa. E as mulheres não estão entrando nessa pilha da oposição, nessa pilha da esquerda”, disse o presidente.

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No programa, Bolsonaro ainda ressaltou que, das 370 mil pessoas que receberam títulos de terra do governo, 90% são mulheres. Também lembrou que, das 20 milhões de famílias que recebem o Auxílio Brasil, 15 milhões são comandadas por mulheres.

Rejeição de 45%

A fala do presidente é uma estratégia da campanha para reverter a rejeição entre o eleitorado feminino. Segundo pesquisa Datafolha divulgada na última semana, Bolsonaro é reprovado por 45% das mulheres do país.

Para contornar o cenário, a primeira-dama Michelle Bolsonaro também tem trabalhado pela reeleição do marido ao Palácio do Planalto. Em programa eleitoral exibido nesta terça, Michelle diz que “se para alguns parece estranho que o Jair tenha feito tanta coisa para a proteção das mulheres, é porque não conhecem o presidente”.

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