Márcio França quer jovens nos escritórios da Guarda Civil Metropolitana

Para candidato, programa de primeiro emprego liberaria mais guardas para as ruas

atualizado 16/10/2020 17:11

São Paulo – Márcio França, candidato do PSB à Prefeitura de São Paulo, se reuniu nesta sexta-feira (16/10) com representantes do Sindicato dos Guardas Civis Metropolitanos de São Paulo (Sindguardas-SP) e apresentou projeto de parceria com a Guarda Civil Metropolitana (GCM). França quer vincular a GCM ao gabinete do prefeito e recrutar jovens até 18 anos para trabalhar em atividades administrativas dentro da Guarda, liberando o efetivo para as ruas.

Segundo o candidato, os jovens receberiam R$ 600 para trabalhar quatro horas diárias, além de vale-transporte e cesta básica. A Guarda Civil mantém o papel de manter a ordem urbana e proteger o patrimônio público, que abrange prédios da administração pública, escolas, postos de saúde e parques.

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Segundo Evandro Fucítalo, presidente do Sindicato dos Guardas Civis Metropolitanos de São Paulo (Sindguardas-SP), o ideal seria que a GCM tivesse cerca de 15 mil agentes, mas hoje conta com um efetivo de 5.981 integrantes, 75% deles com mais de 45 anos, próximos da aposentadoria. O último concurso para a GCM ocorreu há seis anos, em 2014.

A ideia de trazer jovens para as guardas civis não é nova. Corporações de guardas mirins são comuns no interior de São Paulo, Paraná e Mato Grosso. E a experiência já foi colocada em prática por Márcio França quando foi prefeito em São Vicente, interior de São Paulo.

Segundo França, a iniciativa diminuiu a criminalidade e deu a oportunidade do primeiro emprego há 800 jovens no primeiro ano do projeto. Em São Paulo, a perspectiva de França é de beneficiar 40 mil jovens.

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