Indústria tem queda de 0,4% e recua em 10 dos 15 locais pesquisados

Os dados foram divulgados na manhã desta terça-feira (9/8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

atualizado 09/08/2022 11:27

Indústria químicaDivulgação

Com o recuo de 0,4% na indústria nacional em junho, na série com ajuste sazonal, 10 dos 15 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apresentaram taxas negativas.

As maiores quedas foram em Mato Grosso (-2,8%), Rio de Janeiro (-2,4%) e Espírito Santo (-2,3%). Amazonas (-1,6%), Ceará (-1,4%), Região Nordeste (-0,6%) e Rio Grande do Sul (-0,5%) registraram recuos mais intensos do que a média nacional (-0,4%).

Por outro lado, Pará (9,8%) teve a maior alta nesse mês e eliminou parte do recuo de 13,3% verificado em maio. Os dados foram divulgados na manhã desta terça-feira (9/8), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No acumulado do ano, houve queda em oito dos 15 locais pesquisados, com destaque para Pará (-10,4%), Santa Catarina (-5,4%) e Ceará (-5,1%). Já o acumulado dos últimos 12 meses recuou em 11 dos 15 locais pesquisados.

Na comparação com junho de 2021, a indústria nacional mostrou recuo de 0,5% em junho de 2022, com cinco dos 15 locais pesquisados apontando resultados negativos.

Rio de Janeiro (-4,0%), Minas Gerais (-3,8%) e Pará (-3,6%) tiveram as reduções mais intensas.

Por outro lado, Mato Grosso (18,8%) e Bahia (11,9%) apontaram os avanços de dois dígitos e os mais intensos em junho de 2022, impulsionados, em grande parte, pelo comportamento positivo vindo das atividades de produtos alimentícios e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis, no Mato Grosso; e de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis, na Bahia.

Acumulado em 12 meses

O acumulado dos últimos 12 meses, ao recuar 2,8% em junho de 2022, manteve a trajetória descendente iniciada em agosto de 2021 (7,2%).

Em termos regionais, 11 dos 15 locais pesquisados registraram taxas negativas em junho e nove apontaram menor dinamismo frente aos índices de maio.

Minas Gerais (de 2,1% para 0,0%), Amazonas (de -1,8% para -3,7%), Espírito Santo (de 1,3% para -0,6%), Ceará (de -6,5% para -8,2%), Rio de Janeiro (de 5,4% para 3,9%), Santa Catarina (de -2,3% para -3,8%) e São Paulo (de -2,9% para -3,9%) mostraram as principais perdas entre maio e junho de 2022

Na outra ponta, Mato Grosso (de 10,7% para 13,0%) e Bahia (de -3,9% para -2,7%) assinalaram os maiores ganhos.

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