BB comemora rentabilidade equiparada a bancos privados

Banco do Brasil teve lucro líquido ajustado de R$ 7,8 bilhões no segundo trimestre. Panorama foi divulgado na manhã desta quinta (11/8)

atualizado 11/08/2022 12:23

Fachada de um prédio espelhadoVinícius Santa Rosa/Metrópoles

O Banco do Brasil teve lucro líquido ajustado de R$ 7,8 bilhões no segundo trimestre, alta de 18,0% em três meses e de 54,8% em um ano. A rentabilidade do banco se equiparou à de instituições privadas. O lucro líquido ajustado ficou em R$ 14,4 bilhões, o que significa um crescimento de 44,9%.

O panorama foi divulgado na manhã desta quinta-feira (11/8), em entrevista coletiva organizada pelo banco.

A carteira de crédito ampliada atingiu R$ 919,5 bilhões em junho, alta de 4,1% no comparativo trimestral e de 19,9% em 12 meses.

O presidente do Banco do Brasil, Fausto Ribeiro, comemorou os resultados e afirmou que o banco continuará crescendo. “O resultado está em linha com os maiores bancos privados, voltando a uma posição de destaque digna da nossa história”, destacou Ribeiro.

“Resgatar linhas de crédito faz parte da nossa governança. A primeira delas é o agronegócio, nossa vocação”, disse. “Construímos o maior Plano Safra de todos os tempos”, destacou.

Veja a íntegra do balanço financeiro do banco:

lucro Banco do Brasil no 2° tri de 2022 by Metropoles on Scribd

A carteira de pessoa física chegou a R$ 274,5 bilhões, com alta de 2,1% no trimestre e de 14,1% em 12 meses. Em pessoas jurídicas, somou R$ 336,8 bilhões, com altas de 4,9% e 19,1% na mesma base de comparação.

A margem financeira do Banco do Brasil atingiu R$ 17 bilhões no segundo trimestre, com alta trimestral de 11,2% e 18,9% em 12 meses.

A receita financeira com operações de crédito teve alta trimestral de 9,6% e anual de 45,0%, para R$ 26,1 bilhões. O spread global ficou em 3,8%, de 3,5% e 3,6%.

O resultado de tesouraria totalizou R$ 7,4 bilhões, com alta de 27,2% no trimestre e de 136,2% em um ano.

As despesas com provisões para devedores duvidosos (PDD) atingiram R$ 2,9 bilhões, com crescimento de 6,5% no trimestre e de 2,3% em 12 meses. A inadimplência chegou a 2,00% em junho, ante 1,89% em março e 1,86% em junho de 2021.

As receitas de prestação de serviços somaram R$ 7,8 bilhões, aumento de 4,3% na comparação com o trimestre anterior e de 8,9% em 12 meses.

As despesas administrativas atingiram R$ 8,3 bilhões, altas de 1,3% e 5,7%. O retorno sobre patrimônio (mercado) ficou em 20,6% em junho, de 18,1% em março e 14,5% em junho de 2021.

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