Diretor finge jogar urina em alunos para discipliná-los: “Trolagem”

Gestor teria feito uma “pegadinha” com estudantes que sujaram o banheiro masculino. Os pais denunciaram o caso à polícia

atualizado

metropoles.com

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Diretor simulou jogar urina em estudantes
1 de 1 Diretor simulou jogar urina em estudantes - Foto: Reprodução/Redes Sociais

Uma “brincadeira” feita pelo diretor do Colégio Einstein, em Avaré (SP), virou caso de polícia na última semana. Pais de estudantes da instituição chamaram as autoridades após o diretor simular que jogou urina nos alunos, em 6 de outubro.

Identificado como Rubens da Silva, o diretor teria feito a “brincadeira” para disciplinar estudantes que sujaram o banheiro masculino. Ele fez uma mistura com água e gelatina de maracujá e jogou contra os alunos, alegando ser urina.

Após o ocorrido, alunos e pais compareceram ao plantão policial e denunciaram o caso. Viaturas da Polícia Militar foram deslocadas à escola.

Em vídeo divulgado nas redes sociais da escola, Rubens pediu desculpas pela situação. Ele justificou a brincadeira: “Alguns alunos haviam entrado no banheiro e molhado todos os papéis higiênicos e jogado no banheiro inteiro. Isso é só um acúmulo de depreciações que vêm acontecendo”, contou.

Rubens disse que, apesar de chamar os pais dos alunos para falar sobre o comportamento dos estudantes, nunca houve comprometimento dos responsáveis. Por essa razão, resolveu fazer a pegadinha. Segundo o diretor, um aluno chegou a jogar o balde contra ele.

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Gestor utilizou gelatina de maracujá
Diretor do Colégio Einstein, em Avaré (SP), Rubens da Silva
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Gestor utilizou gelatina de maracujá

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Diretor do Colégio Einstein, em Avaré (SP), Rubens da Silva

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“O grande problema é que em várias situações a gente chamou os pais. Tudo o que falavam sobre os alunos, os pais diziam que era brincadeira. Resolvi brincar. Planejei uma ‘trolagem’ para eles. Fui ao banheiro, enchi dois baldes com água, coloquei gelatina de maracujá nas duas”, relatou.

Ao fim do vídeo, Rubens pediu desculpas pelo ocorrido. “Que pena que acabou assim. Desculpa aos envolvidos se de alguma forma fui imprudente”, concluiu. Veja:

A reportagem do Metrópoles procurou a Secretaria Municipal de Educação de Avaré para averiguar se houve denúncias sobre o caso e se haverá alguma punição ao professor, mas não obteve retorno até a publicação deste texto. O espaço segue aberto.

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