Caso Daniel: suspeito teria exigido limpeza de sangue na cena do crime

O atleta foi encontrado morto e com o órgão sexual decepado no dia 27 de outubro em São José dos Pinhais, na região de Curitiba

atualizado 13/11/2018 17:16

Em depoimento, a jovem de 19 que se relacionou com o jogador Daniel Correa Freitas, 24, durante a festa de Allana Brittes, afirmou à Polícia Civil que o principal suspeito do crime, Edson Brittes Júnior, “ordenou” que ela e outros convidados retirassem todas as manchas de sangue espalhadas pela casa após as agressões.

Um trecho do depoimento dado na última segunda-feira (12/11) diz: “[…] Relatando que inclusive o colchão do casal foi cortado na parte em que havia sangue – o tecido da parte de cima, sendo que este pedaço foi queimado junto com os documentos do Daniel”.

O atleta foi encontrado morto e com o órgão sexual decepado no dia 27 de outubro em São José dos Pinhais, na região de Curitiba. A polícia afirma que o assassinato foi cometido depois da festa de aniversário de 18 anos da filha de Edson Brittes, que confessou o crime.

Segundo ele, tudo foi motivado por que Daniel teria tentado estuprar a esposa dele, Cristiana Brittes. A família Brittes, que está presa, deve ser indiciada por homicídio qualificado e coação de testemunhas. Ao G1, o delegado responsável pelo caso, Amadeu Trevisan, afirmou não ter havido tentativa de estupro e que a família Brittes está mentindo.

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