AstraZeneca: Ministério da Saúde antecipa vinda de 4 milhões de doses

Com a nova remessa, o país terá recebido o total de 9 milhões de doses via aliança Covax Facility entre os meses de março e maio

atualizado 20/05/2021 22:29

Vacina AstraZenecaJaap Arriens/NurPhoto via Getty Images

O Ministério da Saúde divulgou, nesta quinta-feira (20/5), que o Brasil vai antecipar a chegada de 4 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca, adquiridas pelo mecanismo internacional Covax Facility.

O anúncio foi feito pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga: “Esse é mais um dos esforços que temos realizado diuturnamente para dar as respostas que a sociedade brasileira nos pede”.

A pasta diz também que o adiantamento é resultado de um diálogo constante e negociação permanente com a organização Pan-Americana da Saúde (Opas), que representa a Organização Mundial da Saúde (OMS) nas Américas. “Estamos conseguindo recuperar essas doses, que deveriam ter chegado no início do ano. Mas entendemos que essa é uma dificuldade global”, pontuou o ministro.

Com a nova remessa, o Brasil terá recebido mais de 9 milhões de doses de vacinas da AstraZeneca/Oxford pelo consórcio global desde março.

Também nesta quinta, acompanhado do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, com quem se reuniu para tratar da possibilidade da ampliação do parque industrial da produção de vacinas Covid-19, Queiroga afirmou que o Brasil vai bater recorde de distribuição neste mês de maio com mais de 30 milhões de doses.

Outras remessas

A pasta adianta que a Covax Facility já separou para o Brasil outras 842,4 mil doses da Pfizer/BioNTech. No total, o contrato do governo federal com a aliança prevê 42,5 milhões de doses de vacinas Covid-19 até o fim de 2021.

Está prevista na agenda do ministro, para esta sexta-feira (21/5), visita a um complexo de produção de insumos veterinários no município de Cravinhos (SP).

“Se houver segurança sanitária e possibilidade de usarmos as indústrias veterinárias para a produção de vacinas contra Covid-19, o Brasil vai assumir sua condição de líder global, não só para imunizar a população, mas para ajudar outros países, sobretudo nossos vizinhos”, sinalizou Queiroga.

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