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Seis transportadoras que desobedeceram a determinação da Justiça para liberar o tráfego completo nas rodovias durante a paralisação dos caminhoneiros terão que pagar uma multa adicional de R$ 17 milhões. A cobrança foi feita pela Advocacia-Geral da União.

Essas empresas já haviam sido incluídas nas relações de companhias multadas encaminhadas pela AGU ao Supremo Tribunal Federal (STF). Como elas demoraram mais tempo para desobstruir as vias, descumprindo determinação do ministro Alexandre de Moraes, foi determinado o acréscimo do valor a ser pago.

Outras 46 transportadoras que também demoraram para deixar as estradas terão que arcar com punições extras. Com isso, o valor total a ser pago por 151 companhias autuadas já soma R$ 863 milhões.

As multas têm caráter judicial e estão baseadas em liminar concedida pelo STF, a pedido da AGU, com penalidade de R$ 100 mil por hora às empresas que mantivessem veículos bloqueando o tráfego. As infrações foram notificadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Na semana passada, Alexandre de Moraes já intimou 105 empresas a pagar R$ 208,5 milhões. Caso não paguem voluntariamente as multas em 15 dias, elas poderão ter seus bens bloqueados.

 

 

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