No rastro de Lula, esquerda sonha em saltar dos 24% para 41% da Câmara

Nas suas contas, os cinco principais partidos da oposição - PT, PSol, PCdoB, PSB e PDT -, que hoje têm 125 deputados, acreditam chegar a 210

atualizado 04/01/2022 23:46

Na imagem colorida, Lula encontra-se centralizado. Ele usa blazer preto e camisa branca. Na frente dele há um microfone e na parte de trás a um fundo vermelho e com a imagem do PT Rafaela Felicciano/Metrópoles

O ânimo e a matemática da esquerda com o bom desempenho de Lula até agora nas pesquisas eleitorais não têm limite. Nas suas contas, os cinco principais partidos de oposição do governo Jair Bolsonaro na Câmara projetam números para 2023 de difícil crença. São eles PT, PSol, PCdoB, PSB e PDT.

Essas cinco legendas calculam que podem sair dos atuais 125 deputados (24% dos 513) e saltar para 210 (41% dos 513).

Coligados ou não com a candidatura de Lula no primeiro turno, e ainda que com candidaturas próprias, essas legendas apostam que a identificação com esse espectro político irá levar os eleitores a optarem por seus candidatos no Legislativo.

Aos números: o PT – principal beneficiado – que hoje tem uma bancada de 53 deputados, estima chegar a 90. O PSB – que pode ser vice na chapa com Geraldo Alckmin – calcula sair dos atuais 30 e chegar a 50. O PSol – que teve bom desempenho em 2020 para vereadores – fala em saltar dos 09 atuais para 20. O PDT – mesmo com Ciro Gomes candidato – imagina ir dos atuais 25 para 35. O PCdoB – que deverá estar na chapa de Lula – quase dobrará sua bancada, nas suas contas, e acredita sair dos 08 de hoje para 15 ano que vem.

Essa conta, acreditam alguns desses dirigentes partidários, será mais factível se os partidos se unirem em federações.

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