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Clima de derrota contamina também grupo de Bolsonaro que disputa cargo

Aliados que estiveram ao lado do presidente no Palácio acompanham seu desempenho eleitoral e vão mal nas pesquisas

atualizado 29/09/2022 10:05

Mayara Oliveira/Metrópoles

O clima de derrota que tomou conta da campanha de Jair Bolsonaro contaminou também antigos auxiliares, casos de ministros, assessores e secretários, que disputam cargos nestas eleições.

Não está computado aqui parte do Centrão que já abandonou o presidente porque é um grupo que se apoderou do poder já instalado.

Nestes três dias até a eleição, o receio de Bolsonaro é ser abandonado por esses antigos aliados palacianos. Tem gente que irá seguir propagando o nome do presidente por dever de ofício, casos do sanfoneiro Gilson Machado, que vai perder a disputa para o Senado, em Pernambuco, e João Roma, candidato ao governo baiano e que amarga uma baixa performance.

O desânimo tomou conta. Dois exemplos de ex-assessores próximos do presidente que não devem ir longe nessa votação: Max Guilherme e Tenente Mosart, que eram assessores especiais de Bolsonaro no Planalto e estavam sempre a seu lado. O primeiro é candidato a federal no Rio e o segundo, em São Paulo. Ambos pelo PL. Ambos sem chances de serem eleitos.

Outro caso: o deputado Vitor Hugo, ex-líder de Bolsonaro na Câmara, vai de mal a pior na disputa pelo governo de Goiás. Foi alertado que essa disputa, contra Ronaldo Caiado, era inglória. Não deu ouvidos. Achou que sua proximidade com Bolsonaro era suficiente para levá-lo a algum lugar. Sequer vai chegar ao segundo turno.

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