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Aliado de Pacheco e o risco eleitoral se aceitar ser líder do governo

Alexandre Silveira, que irá assumir o posto de Anastasia, é candidato à única vaga do Senado e sonha com o apoio de parte da esquerda

atualizado 20/01/2022 13:22

Alexandre Silveira Divulgação

Não deve vingar a tentativa do Palácio do Planalto em transformar o novo senador por Minas Gerais, Alexandre Silveira (PSD), em líder do governo. Além de sua mais que próxima relação com Rodrigo Pacheco (PSD-MG), responsável por sua ascensão à vaga de Antônio Anastasia – que irá para o TCU –, interesses eleitorais pesam.

Silveira não quer colar sua imagem à de Bolsonaro, porque já é candidato lançado a senador – em ato público e por Pacheco – neste ano, na única vaga em jogo. E, como será uma disputa acirrada, ele quer aglutinar o maior número partidos apoiando seu nome, inclusive da esquerda. Silveira tem bom trânsito com parte dos petistas em Minas, por exemplo.

Outra razão para não topar um possível convite é que o PSD, se não tiver candidato próprio – apesar de Pacheco já ter sido lançado um nome ao Planalto – tende mais a apoiar Lula.

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