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Nem só de Barbie vive o mercado de brinquedos. De Farrah Fawcett à Xuxa, de Dolly Parton à Sandy, várias famosas foram recriadas em plástico e acabaram conquistando o público infantil. Algumas até têm semelhanças com a musa inspiradora, já outras… nem tanto.

Farrah Fawcett

Sim, caro amigo, a musa deslumbrante dos anos 1970, ex-Charlie Angel de sorriso marcante, já foi uma boneca bem exótica — com direito a um comercial com musiquinha que fica na cabeça.

Felizmente, com o tempo, a Mattel fez jus à beleza da atriz e decidiu lançar uma edição especial comemorativa de Farrah na foto mais célebre de sua carreira.

Reprodução/MEGO/Amazon Mattel/Divulgação

 

Diana Ross

Levando em conta que o estereótipo dominante costumava ser o da boneca loira de olhos azuis, é interessante perceber que na década de 1970 fabricaram uma boneca da diva Diana Ross. No entanto, ela sofria do mesmo mal que a  versão da Farrah (talvez por ser produzida pela mesma empresa): não transmitia bem os traços da cantora.

No entanto, em 2004, a Mattel lançou uma versão bem mais precisa de Diana para celebrar a carreira do designer Bob Mackie.

MEGO/AMAZON MEGO/REPRODUÇÃO

Cher

Outra diva que causava nos anos 1970 era Cher. Ao apresentar o programa The Sonny & Cher Show com o então marido Sonny Bonno, a cantora ganhou muita notoriedade e a Mego (mesma marca que desenvolveu as bonecas de Farrah e Diana), resolveu fazer uma versão da musa que vendeu como água (em 1976 foi a mais vendida).

Outras versões da boneca foram lançadas, incluindo a inovadora Growing Hair Cher , que disponibilizava uma espécie de chave que as crianças poderiam usar para alterar o comprimento do cabelo da boneca. Também era vendida uma boneca que só tinha cabeça, para crianças fazerem penteados e maquiagem. Veja o vídeo aqui.

A cara bizarra em nada se compara com as quatro versões comemorativas de Bob Mackie lançadas posteriormente pela Mattel. A primeira, com um vestido lavanda, foi lançada em 2001 e em 2007 mais três modelos debutaram como edição de colecionador.

 

Mego/Amazon/Ebay Mattel/Divulgação

 

Xuxa

Aqui no Brasil, se tem uma pessoa que faturou vendendo bonecas foi Xuxa Meneghel. Mesmo com as lendas absurdas que diziam que o brinquedo era demoníaco e assassino, as diferentes versões da boneca lançadas pela extinta marca “Mimo” foram um sucesso.

A primeira foi lançada em 1987 e tinha quase um metro de altura e corpo de borracha. Com o êxito, novas variações foram lançadas no mercado brasileiro. A boneca chegou a ser exportada para outros países como Argentina e Espanha.

Em 1993, a empresa Rose Art Industries lançou uma linha de bonecas da apresentadora nos Estados Unidos. Posteriormente outras empresas como Estrela e Cotiplás criaram suas próprias “Xuxas”.

 

Mimo Brinquedos/MercadoLivre/Facebook/Reprodução/TV Globo/Divulgação/Amazon

Angélica 

Querendo faturar alto com os baixinhos, Angélica, que também comandava uma atração infantil, decidiu lançar sua boneca. Os primeiros modelos da estrela tinham a pinta da apresentadora e modelitos que retratam perfeitamente os anos 1980.

Depois de um tempo, outros modelos foram colocados no mercado. Uma delas, inclusive, é a cara da noiva de Chuck sem maquiagem.

MundodosGibis/Reprodução

 

Sandy

Nos anos 1990 e início dos anos 2000, todo mundo queria ser a Sandy. Além de cantar, atuar e ser namorada do então boy magia Paulinho Vilhena, a cantora serviu de referência para duas infelizes bonecas que não pareciam nada com ela.

Como se não bastasse errarem feio na produção do brinquedo, o comercial da primeira boneca é quase tão vergonha alheia quanto ver o Júnior dançando “Vai ter que Rebolar”.

Reprodução/facebook

 

Wanessa Camargo

Wanessa Camargo também lançou algumas versões de bonecas pela marca Cotiplás nos anos 2000. A filha de Zezé, no entanto, teve um pouco mais de sorte do que a rival, Sandy, no quesito precisão, já que os traços eram bem mais próximos da realidade.

 

Carla Perez

Carla Perez fez muito sucesso fazendo a cobra subir no final dos anos 1990 e ganhou muita grana vendendo produtos para a criançada. A boneca, contudo, é uma versão terrível da dançarina, que de igual só tem o figurino. Todavia, existe algo pior que o rosto da boneca, é o comercial.

Reprodução/Facebook

 



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