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Quando o assunto é tendência, é difícil deixar de lado a eterna busca pela exclusividade, da qual as logomarcas são símbolo. O mercado de luxo aposta na personalização de peças com o intuito de combater a pirataria. Agora o trending da moda berra: “Ei, você! Essa jaqueta aqui tem dono!”.

As marcas apostam na personalização e customização de jaquetas. Além do resgate vindo da década de 1990 com a recente febre de patches, agora a personalização traz também o nome do dono – ou do namorado, da namorada, da mãe, do pai, por aí vai.

A mania vem ganhando nomes como Chanel, Burberry e Madewall. Na Burberry, suas iniciais vão dentro do trench coat. Já na Madewell, é possível inserir seu nome na jaqueta jeans por US$ 10.

Na Chanel, bem, o custo é certamente maior que US$ 10 para acrescentarem suas iniciais. A canadense North Face, famosa por ser a primeira escolha quando o assunto é casacos de neve, também aposta na tendência da customização. É possível escolher as cores – desde a etiqueta até o zíper – de sua jaqueta e inserir as iniciais por dentro.

A britânica Laurie Lee Custom também customiza com frases, nome e desenhos jaquetas de couro. A empresa entrega internacionalmente, mas é preciso desembolsar cerca de 300 libras esterlinas para começar. A americana Rag&Bone oferece a opção de personalização. Preço sob consulta.

 

No Brasil, a marca Iorane atende pedidos personalizados num combo jaqueta jeans, patches e o nome personalizado. A coleção foi criação de Matheus Mazzafera para o verão de 2017. A exclusividade custa a partir de R$ 1.089, no site oficial da marca.

Outra opção de exclusividade da marca é a parceria com o fashionista brasileiro Gabriel Gontijo. Nesta coleção cápsula, é possível adicionar as duas iniciais do nome em uma jaqueta bomber. O modelo ainda não está à venda, mas a promessa é de que a coleção pocket conta com três cores que exploram tons pastéis.



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