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O caos se instalou no centro obstétrico do Hospital Regional do Gama (HRG) neste sábado (11/3). A unidade está superlotada de mulheres que acabaram de dar à luz ou que ainda estão em trabalho de parto. Faltam leitos para atender à demanda e algumas gestantes aguardam o parto em pé, sentadas em cadeiras ou no chão.

De acordo com denúncias recebidas pelo Metrópoles,  o centro chegou a fazer 600 partos por mês, mas o sucateamento da unidade somado à defasagem de servidores e insumos médicos prejudicaram o atendimento. A reportagem teve acesso a uma série de imagens feitas no HRG na manhã deste sábado (11). As fotos mostram muitas gestantes sentadas nas cadeiras, com estofados em péssimas condições.

A situação se tornou crítica após o Centro Obstétrico do Hospital Regional de Santa Maria ficar com atendimento restrito desde 26 de janeiro. A medida foi uma recomendação da Coordenação de Neonatologia e de UTI Neonatal da Secretaria de Saúde. Grávidas de alto e baixo risco foram transferidas para outras unidades.

Sobre os problemas, a Direção do Hospital Regional do Gama reconheceu que o Centro Obstétrico está superlotado. “No entanto, todas as medidas para solucionar a questão estão sendo adotadas. Até o momento, nove pacientes foram transferidas para outras unidades da rede”, afirmou, por meio de nota, a Secretaria de Saúde.

 

 

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