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A presença de moradores de rua tem preocupado a comunidade do Lago Sul. Na QI 9, por exemplo, o espaço utilizado pela Casa Cor virou abrigo para sem-teto. Homens, mulheres e até crianças também dormem sob as marquises e em portas de lojas. O mesmo ocorre na QI 13. Quem passa pelos locais, não raro, vê essas pessoas usando drogas.

Insatisfeitos, moradores procuram as autoridades para pedir providências, mas nem sempre encontram ajuda. O delegado da 10ª Delegacia de Polícia (Lago Sul), Gustavo Farias Gomes, afirma que as reclamações do tipo são constantes. “Mas como o espaço é público, a gente não pode fazer muita coisa, a não ser que algum crime seja cometido”, diz.

Em uma visita às duas quadras na noite desta quinta (12/1), o Metrópoles encontrou pelo menos cinco moradores de rua ocupando esses espaços. Na QI 13, havia duas pessoas dormindo no estacionamento de um supermercado, cobertos da cabeça aos pés com lençóis.

 

Na QI 9, duas mulheres utilizavam a área em frente ao antigo prédio da CasaCor, que atualmente está fechado. Na farmácia ao lado, um homem estava sentado no chão ao lado de um carrinho de compras.

A Polícia Militar, por sua vez, afirma que também está ciente do problema e que faz rondas nesses locais. De acordo com a corporação, quando são avistados, os moradores de rua costumam ser revistados, mas geralmente não são encontrados itens ilícitos com eles. Como dormir na rua não é crime, a PM também afirma estar de mãos atadas.

 

 

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