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Estamos imersos num oceano de amor; e apenas sentiremos sede, se nos recusarmos a abrir o coração pra beber as bênçãos em que estamos constantemente mergulhados.

Nessa realidade, temos duas escolhas a fazer:

  • Atuar como espelho-servidor refletindo a grandeza de Deus, posto que quando me doo, passo a integrar esse fluxo de amor em movimento.
  • Ou permanecer na exigência de receber. Nela, fico chumbada à estagnação-ilusão do apego e do medo de perda, resistindo temporariamente à fluidez do amor em movimento.

Recebemos bênçãos de Deus o tempo todo: no calor do Sol, no frescor do ar, na benção da água, na alegria de viver, na convivência com nossos semelhantes.

Quando exijo amor, paro em estagnação. Quando dou amor, fluo em integração."

Deus é esse amor que prossegue e integra toda a dualidade. Posso caminhar com Ele, ou resistir à caminhada.

É como entrar num carinhoso rio e fazer força para nadar contra a corrente; ou entregar-se, em confiança, ao sentido da correnteza das águas.

A resistência dói, cansa, machuca. O fluxo descansa, anima, acalenta e segue sempre em expansão.

Entregar-se de vez ao movimento evolutivo é questão de tempo, enquanto seguimos acolhidos na bendita graça da experiência.

Nosso destino, no entanto, é sempre o mesmo: fluir e desaguar em oceanos de amor!

 

 

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