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Cerca de 150 pessoas foram evacuadas nesta quinta-feira (16/3) do escritório do Fundo Monetário Internacional (FMI) em Paris após uma carta-bomba explodir e ferir uma funcionária. O presidente da França, François Hollande, disse que “é um atentado”. “Estamos diante de um atentado, não há outras palavras para isso”, comentou o mandatário, em Toulon. “Encontraremos os responsáveis”, garantiu.

“Condendo este ato de covardia e violência, e rebato com determinação que o FMI continua a trabalhar em linha com seu mandato”, disse a diretora-geral do organismo financeiro, a francesa Christine Lagarde.

No entanto, o chefe de polícia de Paris, Michel Cadot, informou que a bomba era “artesanal”, sem indícios de “fabricação profissional” e montada como um “dispositivo pirotécnico”. O departamento de crimes antiterrorismo na França está encarregado pelas investigações do episódio, que ocorre a seis semanas das eleições presidenciais no país.

Tiroteio
Uma troca de tiros em uma escola de ensino médio na cidade de Grasse, no sul da França, deixou feridos nesta quinta, segundo veículos de mídia locais. Segundo confirmou o ministério do Interior ao jornal Le Monde, ao menos oito pessoas ficaram feridas no ataque realizado no colégio Alexis de Tocqueville. Uma intervenção policial está em curso.

Ao menos um indivíduo foi detido, confirmaram autoridades policiais ao jornal francês. Ele teria 17 anos e estaria armado com um fuzil, uma pistola, um revólver e duas granadas.

Pacote suspeito
Na quarta-feira (15), a polícia da Alemanha encontrou um pacote suspeito no Ministério de Finanças, em Berlim. A corporação afirmou que o conteúdo foi entregue às 9h30 e estava sendo investigado por especialistas em explosivos. Em seguida, a polícia determinou que o pacote poderia oferecer algum risco, o que levou alguns funcionários a deixarem seus escritórios.

Em uma primeira análise, a polícia disse que o pacote continha uma mistura de componentes explosivos.

Pelo Twitter, a polícia informou que o pacote foi radiografado e protegido, e foi levado para um campo de testes de explosivos e que os especialistas em explosivos do Escritório de Proteção do Estado da Alemanha estão investigando mais a fundo o caso. (Com informações da Agência Estado)

 

 

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françois hollande
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