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Ao menos 36 das 51 vítimas do duplo atentado cometido na terça-feira (10/1) em Cabul pelo Talibã eram funcionários do Parlamento do Afeganistão, informou a agência de notícias Pajhwok. Entre as vítimas, também há civis, como mulheres e crianças. Os ataques deixaram outros 150 feridos, o que pode aumentar o número de mortos nos próximos dias.

O atentado foi condenado pelo presidente Ashraf Ghani. “Descobriremos quem são os responsáveis, não importa se estiverem escondidos em qualquer canto do país. O ataque brutal do Talibã é um claro sinal de inimizade para a população e para a humanidade inteira”, disse o mandatário.

O atentado na capital afegã, em uma zona próxima ao Parlamento, ocorreu no mesmo dia em que outro ataque foi realizado na cidade de Kandahar, provocando a morte de 7 pessoas, entre elas cinco diplomatas dos Emirados Árabes Unidos que estavam em viagem para acompanhar projetos humanitários e iniciativas educativas.

O embaixador dos Emirados Árabes, Juma al Kaabi, ficou ferido. “É com orgulho que hoje estamos em luto pelos mártires do trabalho humanitário dos Emirados Árabes no Afeganistão”, disse o vice-presidente, premier e emir de Dubai, xeique Mohammed bin Rashid al Maktoum. O Talibã, porém, negou ter participado do ataque em Kandahar.

 

 

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