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O acidente com o time da Chapecoense relembra outras tragédias similares sofridas por equipes de futebol. Em 1949, o avião no qual a equipe italiana do Torino voltava de um jogo em Lisboa caiu matando 42 pessoas, entre elas, quase toda a delegação.

Onze anos depois, outro acidente envolveu a aeronave que transportava o Manchester United de Munique. Oito jogadores, dois dirigentes e o técnico morreram. Sobreviveram sete atletas, entre eles, Bobby Charlton, lenda do United.

Em 1960, após decolagem do Aeroporto de Copenhague, o avião De Havilland Dragon Rapide fretado pela Associação Dinamarquesa de Futebol caiu sobre Oresund, na Suécia. Somente o piloto sobreviveu e oito pessoas morreram, todos jogadores da seleção olímpica que se dirigia para a disputada dos jogos na Itália.

O time chileno do Green Cross voltava de um jogo contra o Provincial Osorno, em Osorno, pela Copa do Brasil, em 1961, quando o Douglas DC-3 da LAN chocou-se contra a Cordilheira dos Andes no caminho para Santiago. No acidente, 24 pessoas morreram, sendo oito jogadores, o técnico e o fisioterapeuta. O local do desastre só foi descoberto em 2015.

Em 1987, 16 jogadores do Alianza Lima e toda a equipe técnica do time morreram após um acidente com um avião modelo Fokker F27 que voltava de Pucallpa para Lima e, durante a aproximação com o aeroporto, caiu no Oceano Pacífico. Somente o piloto sobreviveu e 43 pessoas morreram.

Corinthians
Em 1º de maio de 1996, a equipe do Corinthians que havia vencido o Espoli por 3 a 1 pela Libertadores voltava para o Brasil, quando o Boeing 727 da Fly não conseguiu decolar do Aeroporto de Quito e se chocou contra o muro no limite do campo. O trem de pouso e a asa direita pegaram fogo. Todos a bordo saíram às pressas. Entre os 90 passageiros, alguns ficaram feridos, como o meia Tupãzinho, que teve queimadura na perna esquerda, além do goleiro Nei e do zagueiro Alexandre Lopes. Ninguém morreu no acidente.

 

 

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