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Apesar de seu vice, Mike Pence, ter prometido respeitar o resultado da eleição presidencial norte-americana, o candidato republicano à Casa Branca, Donald Trump, voltou a denunciar fraudes “em larga escala” antes da votação de 8 de novembro.

Segundo ele, os líderes de seu partido estão sendo “ingênuos” ao negar a existência de irregularidades e demonstrar confiança na legitimidade das urnas. “Naturalmente, estão ocorrendo fraudes em larga escala antes do dia da eleição”, disse Trump, que acredita ser vítima de uma conspiração liderada pela imprensa para dar a vitória à democrata Hillary Clinton.

Sem entrar em detalhes sobre as acusações, ele vem denunciando repetidamente a possibilidade de manipulação do resultado da eleição. Suas críticas à legitimidade do pleito aumentaram após a onda de acusações de assédio sexual contra ele e a divulgação de um vídeo que exibe frases sexistas do magnata.

Mas Trump não está sozinho. Segundo uma pesquisa encomendada pelo site Politico, 41% dos eleitores acreditam que a votação do próximo dia 8 de novembro pode ser fraudada em favor de Hillary. Entre os republicanos, esse número é 73%, e entre os democratas, 17%.

Mesmo assim, as lideranças conservadoras têm defendido a lisura do pleito, inclusive o vice de Trump, Mike Pence. “Nós respeitaremos a vontade do povo norte-americano”, garantiu. O presidente do Congresso dos EUA, Paul Ryan, seguiu pelo mesmo caminho. “Nossa democracia é baseada na confiança”, declarou, por meio de sua porta-voz.

 

 

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