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Uma mãe de Lee, no Reino Unido, causou polêmica após começar um processo contra o hospital em que teve seu bebê. Segundo Amanda McGuinn, ela teria abortado a criança se os exames feitos, em 2008, apontassem que a filha, Matilda, iria nascer com microcefalia. A condição, que ficou mais conhecida após o surto de zika, faz com que o desenvolvimento intelectual e motor seja comprometido.

Amanda e o marido dela, Paul, pedem na Justiça do estado uma compensação de milhões de libras porque os médicos foram negligentes ao apontar que a criança teria essa “anormalidade”. Os pais, segundo o jornal The Sun, querem uma compensação devido aos gastos extras que a menina gera.

Segundo o advogado de defesa, se os exames alertassem em 30 ou 35 semanas de gravidez, o casal optaria por abortar. O julgamento foi suspenso e não tem prazo para ser finalizado.

 

 

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