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O ministro de Saúde da Malásia disse nesta segunda-feira (13/3) que o governo dará aos parentes do meio-irmão do líder norte-coreano, Kim Jong-un, de duas a três semanas para reivindicar seu corpo antes de decidir o que fazer com ele.

Autoridades da Malásia disseram que Kim Jong-nam morreu depois que duas mulheres o envenenaram com uma substância altamente tóxica no aeroporto de Kuala Lumpur em 13 de fevereiro, cujo ataque é amplamente suspeito de ter sido encomendado pela Coreia do Norte.

A Coreia do Norte tinha exigido que o corpo voltasse no primeiro dia e se opôs à autópsia. Pyongyang também se recusou a reconhecer que Kim Jong-nam era a vítima e se referiu a ele como Kim Chol, o nome no passaporte que Jong-nam carregava quando foi atacado em um terminal lotado do aeroporto.

Na sexta-feira (10), a polícia da Malásia confirmou que Kim Chol e Kim Jong-nam eram a mesma pessoa, mas se recusou a dizer como eles identificaram o irmão de Jong-un.

“Agora, com a identificação positiva do corpo, somos informados de que ele tinha uma esposa ou esposas e filhos”, disse o ministro da Saúde, Subramaniam Sathasivam. “Esperamos que essas pessoas respondam e venham reivindicar o corpo. Na ausência disso, então vamos abordá-lo ao governo e descobrir como vamos dar o próximo passo”, acrescentou.

 

 

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