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Apesar de já ter chegado aos Estados Unidos com menos força, o furacão Irmã causou ventos e inundações durante passagem pela Florida: arrastou barcos, danificou casas, além de deixar milhões de pessoas sem energia elétrica. O número de mortos nos Estados Unidos já chega a 22, o total de vítimas contando com as de Cuba e Caribe, é estimado em 60. Os ventos chegaram a 295 km/h, classificado como categoria 5, a máxima na escala de Saffir-Simpson.

Nas ilhas Keys, onde os ventos passaram com maior intensidade, milhares de pessoas estão com o abastecimento de alimentos e combustíveis ameaçado, sem conexão de internet ou telefone. Estradas de acesso permanecem bloqueadas por entulhos. A única certeza é que a ressaca do Irma tem dado muito trabalho aos norte-americanos. O governo prevê que a situação seja normalizada em 10 dias.

Veja imagens dos estragos do Irma nos Estados Unidos e Ilha de Saint Martin:

 

No México, 90 mortes
Na última quinta-feira (7/9) a natureza mostrou novamente a sua força de devastação. Desta vez no México, durante um terremoto que tornou milhares de casas inabitáveis. O tremor de magnitude 8,1 devastou cidades como Juchitan, Oaxaca e Chiapas. O país também foi atingido por um furacão de menor intensidade, que acabou sendo considerado tempestade tropical e chamado de Katia. Desde então, ao menos 90 mortes foram confirmadas.

O trabalho de limpeza e reconstrução está sendo feito, mas os mexicanos ainda sofrem com abalos sísmicos, de intensidade menor, e temem novos desabamentos. O último, com 5,1 de magnitude, foi registrado no domingo (10). Milhares de pessoas estão sem água, alimentos e moradia. Os que não tiveram suas casas inutilizadas se solidarizam com quem perdeu tudo. Nas ruas é possível ver reuniões para dividir comida e, até mesmo, grupos de orações.

Veja impactos do terremoto e do furacão Katia no México:

 

 

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