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O furacão Otto deixou mortos e desaparecidos em sua passagem pelo norte e o oeste da Costa Rica na quinta-feira (24/11), segundo confirmou o presidente do país, Luis Guillermo Solís. A autoridade não divulgou, porém, números concretos de vítimas.

As autoridades ainda não puderam confirmar todos os relatos de pessoas falecidas ou desaparecidas, por isso Solís preferiu aguardar, disse o presidente em entrevista coletiva na Comissão Nacional de Emergências, na noite de quinta-feira. “Todas as instituições trabalham na coleta de informação que receberam nas últimas horas”, afirmou Solís. Segundo ele, há equipes de resgate e vizinhos que ajudam na assistência às vítimas. “As fortes chuvas, junto com a escuridão da noite e os bloqueios de rodovias, dificultam as tarefas de resgate.”

O furacão Otto atingiu sobretudo a província de Guanacaste, no oeste do país, disse o presidente. Nessa região foram registradas inundações, quedas de árvores e alagamento de rios que arrasaram várias casas.

Na madrugada da sexta-feira, Otto avançava para o Oceano Pacífico, após causar estragos na Costa Rica e na Nicarágua, onde chegou como furacão de categoria 2. Ele já foi rebaixado a tormenta tropical.

Otto tocou terra na costa da Nicarágua no Caribe na quinta-feira, mas perdeu força à medida que cruzava o sul do país. A Nicarágua decretou emergência nacional não só pelo furacão, mas também por um terremoto de 7 graus, que por ora não teve danos registrados. O sismo teve epicentro no Pacífico, diante da costa de El Salvador.

 

 

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