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A cerca de 760 quilômetros de Paris, o município de Cap D’Agde não chama atenção pelos vinhos ou pelos pães franceses. Lá, é a libertinagem que garante a fama, tanto que o local ganhou os títulos de “Capital Mundial do Sexo em público” e “Sodoma e Gomorra do século XXI”.

Em uma matéria publicada no dia 23 de agosto, o jornal El Español descreveu o que acontece no balneário para justificar tal reputação. Andar pelado pelas ruas? Liberado. Fazer sexo nas praias de nudismo? Ok! Festas de sexo explícito em baladas? Sem problema algum.

Mais de 40 mil turistas de várias cidades da Europa passam os verões por lá. A cidade tem até divisões para as atividades. Há lugares dedicados aos homossexuais, praias de nudismo familiares e até para troca de casais (onde não entram menores de idade).

À noite é que as festas entram em ebulição. Nas boates, homens precisam entrar de camisa e calça. Já as mulheres têm dress code liberado. A festa mais procurada ocorre na Le Glamour, discoteca cheia de quartos, masmorras e gloryholes (espaços com buracos nas paredes). Apesar de tanta liberdade, os solteiros ficam separados dos casais e “trisais”.  Aliás, solteiros nem sempre são bem-vindos. A cidade acolhe melhor os que chegam acompanhados.

Aos interessados, um outro aviso: tenham dinheiro. Isso porque, somente para entrar em Cap D’Agde, os turistas precisam desembolsar 45 euros (ou 162 reais). Caso você pense em um dia morar lá, mas não quer saber de sexo em público, é bom saber: há um bairro na cidade onde transar na frente de outras pessoas é proibido.

 

 

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