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Mais de 24 horas depois de anunciar a morte de Fidel Castro, o governo cubano ainda não deu pistas sobre as causas que teriam causado a morte do líder revolucionário.

Fidel Castro havia cedido a presidência de Cuba a seu irmão Raúl Castro, provisoriamente, em julho de 2006 por sofrer hemorragias no intestino. Ele não revelou a doença que o acometeu, mas dizia estar à beira da morte. Chegou a perdeu 20 quilos e passou por diversas cirurgias. Em fevereiro de 2008, se afastou por completo da vida pública.

Sua última aparição foi no dia 15 deste mês, após receber em sua residência o presidente do Vietnã, Tran Dai Quang. Dois dias antes, ele foi visto comemorando o seu 90º aniversário em uma festa que reuniu mais de 100 mil pessoas. Ele tinha aparência bastante frágil e caminhava vagarosamente, com o apoio de Raúl.

Despedida
Foi decretado luto oficial por nove dias em Cuba. No dia 4 de dezembro, as cinzas de Fidel (ele queria ser cremado) serão enterradas às 7h no cemitério Santa Ifigenia, em Santiago de Cuba. Até lá, haverá uma peregrinação especial para os restos mortais do líder revolucionário, que irão percorrer 13 das 15 províncias do país entre quarta-feira (30/11) e sábado (3/12).

Os cubanos poderão se despedir do ex-presidente em um ato marcado para ocorrer na terça-feira (29), às 19h, na Praça da Revolução, um dos principais pontos de encontro de Havana, capital do país.

 

 

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