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Eleições 2026Minas Gerais

MG: após rompimento, União Progressista e Aro voltam à chapa de Simões

Marcelo Aro rompeu com Simões, mas não conseguiu viabilizar sua candidatura e agora volta ao grupo do governador

05/08/2026 22:51, atualizado 05/08/2026 22:52
Reprodução / Redes sociais
Mateus Simões Justiça Vice

Belo Horizonte – A federação União Brasil e Progressistas anunciou na noite desta quarta-feira (5/8) uma aliança com o PSD para apoio à candidatura de Mateus Simões ao governo de Minas Gerais. A federação recuou de lançar Marcelo Aro (PP) ao governo e indicou o ex-deputado federal Danilo de Castro (União Brasil) como vice de Simões.

O ex-secretário de governo Marcelo Aro (PP), que rompeu com Simões para se lançar ao governo aproveitando a saída de cena de Cleitinho (Republicanos), agora volta a disputar uma das vagas ao Senado pelo grupo do atual governador.

Não serão, porém, apenas dois candidatos ao Senado na chapa. Segundo a assessoria de campanha de Simões, “não haverá coligação para a candidatura ao Senado, sendo confirmados: pelo PSD a candidatura isolada de Carlos Viana, candidato à reeleição, de Marcelo Aro, pela Federação União Progressista e de Superman, pelo Novo”.

O acordo foi fechado durante a tarde e noite desta quarta, quando os presidentes estaduais Rodrigo de Castro (União Brasil) e Pinheirinho (PP) estiveram reunidos, e contou com o apoio dos presidentes nacionais Antônio Rueda (União Brasil) e do senador Ciro Nogueira (PP).

Marcelo Aro chegou a romper com a chapa de Simões há alguns dias, após não conseguir que ele fosse o único candidato apoiado pelo PSD em Minas Gerais, já que a legenda também vai apoiar a reeleição do senador Carlos Viana (PSD).

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A situação gerou um tensionamento que o levou a recalcular a estratégia e tentar lançar uma candidatura ao governo de Minas Gerais, com a condição de que o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) não concorresse.

Cleitinho não deve concorrer, mas tudo mudou, porém, quando o PL decidiu, também nesta quarta, não caminhar com os partidos da direita e lançar a candidatura de Flávio Roscoe ao Palácio Tiradentes.