Fla chega em Brasília sem torcida no aeroporto e com protesto no hotel

Alguns jogadores não quiseram falar com a imprensa. Time carioca encara o Vasco nesta quarta-feira (30/3), no Mané Garrincha

atualizado

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Daniel Ferreira/Metrópoles
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1 de 1 _FL_8456 - Foto: Daniel Ferreira/Metrópoles

O Flamengo desembarcou na tarde desta terça-feira (29/3), por volta das 17h30, no Aeroporto Internacional de Brasília. Nesta quarta (30/3), o time rubro-negro encara o Vasco da Gama, no Mané Garrincha, pelo Campeonato Carioca, totalmente em crise. Já são quatro jogos sem vencer, entre eles, uma derrota para o humilde Volta Redonda no último fim de semana e a eliminação na Primeira Liga.

Devido a má fase, nenhum torcedor com a camisa do time carioca esteve no aeroporto. Apenas algumas pessoas, na maioria curiosos, abordaram os jogadores. Na verdade, havia mais policiais do que torcedores no local. Segundo o tenente-coronel Evaldo Vieira, comandante do 5º batalhão, 25 militares aguardavam pela chegada dos jogadores, com o intuito de “garantir a integridade física dos atletas” em caso de protesto mais violento da torcida, como na segunda-feira (28/3), no Rio de Janeiro.

Daniel Ferreira/Estadão Conteúdo
Havia mais policiais do que torcedores no aeroporto

Quando desembarcaram, o goleiro Paulo Victor e o lateral Juan não quiseram falar com a imprensa. Em poucas palavras, o atacante Emerson Sheik minimizou a falta da torcida. “Eu acho normal ter pouca gente, o importante é que onde vamos somos bem recebidos. Brasília é praticamente nossa segunda casa este ano e esperamos fazer um bom jogo amanhã”.

Hotel
Já na porta do hotel onde a equipe ficará hospedada até o momento da partida, cerca de 20 torcedores esperavam pela comissão técnica e os jogadores do clube. O estudante Roger Júnior, de 20 anos, contou que saiu de Sobradinho só para protestar. “Está faltando comprometimento e amor a camisa. Já são três jogos sem fazer gol, é uma vergonha isso”.

O grito de guerra dava o tom do protesto do pequeno grupo: “Quero de volta meu Flamengo vencedor”. A manifestação era voltada para os jogadores como um todo, mas o atacante Marcelo Cirino recebia as principais críticas, enquanto o técnico Murici Ramalho foi poupado.

Algumas ameaças também faziam parte dos gritos dos torcedores como “se perderem amanhã a ‘porrada’ vai comer”. Segundo Daniel da Silva, dependendo do resultado da partida desta quarta o “inferno pode começar”. “Se perderem para o Vasco, quanto em Brasília como no Rio de Janeiro, nós iremos protestar”.

Daniel Ferreira/Metrópoles

 

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