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A diretoria do Brasiliense Futebol Clube protocolou, na tarde desta segunda (13/3), um ofício junto à Federação de Futebol do Distrito Federal solicitando que todas as partidas entre Gama e Brasiliense sejam disputadas no Estádio Mané Garrincha.

O pedido é para que, independentemente do mandante da partida, os clássicos ocorram sempre no Mané Garrincha, onde o clube acredita ser mais seguro e alega “ter mais espaço para as duas torcidas” a fim de evitar “lamentáveis acontecimentos como o do último domingo (11).”

O Campeonato Candango será disputado até 6 de maio. Gama e Brasiliense podem se enfrentar novamente, desta vez fase mata-mata. Os dois jogos da final do Candangão estão agendados para o Estádio Mané Garrincha. Os duelos de quartas de final e semifinal, no entanto, podem ocorrer em outros estádios, a pedido dos clubes.

Reprodução

Documento entregue pelo Brasiliense à Federação de Futebol do Distrito Federal


Entenda a confusão

Gama e Brasiliense disputaram o clássico de número 55 da história no domingo, no estádio do Bezerrão. A partida teve que ser interrompida aos 43 minutos do segundo tempo após briga generalizada entre torcedores e jogadores. O jogo terminou empatado em 1 a 1.

O pedido do Brasiliense veio depois uma confusão generalizada ocorrida no último domingo (12) no Bezerrão. A pancadaria teve início com um desentendimento entre os jogadores Nunes (Brasiliense) e Dudu Gago (Gama). O bate-boca dos atletas acirrou os ânimos dos demais jogadores e comissão técnica das duas equipes, dando início à troca de socos e empurrões.

O clima tenso foi transmitido aos torcedores, que invadiram o gramado. Apoiadores do Gama correram para retirar faixas da torcida do Brasiliense, o que no meio das organizadas é visto como “prêmio”, aumentando a confusão. Torcedores do clube de Taguatinga, em menor número, também invadiram o gramado e continuaram a briga com gamenses, dando trabalho ao policiamento e à segurança no estádio, que foi interditado depois da pancadaria.

 

 

 

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