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Morre o jornalista Carlos Bastos, que participou do lançamento do JN

Com mais de sete décadas de atuação na cobertura política, o jornalista Carlos Henrique Esquivel Bastos morreu aos 91 anos nesta terça-feira

21/07/2026 20:32, atualizado 21/07/2026 21:15
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O jornalista Carlos Henrique Esquivel Bastos, 91 anos, morreu nesta terça-feira (21/7), em Porto Alegre (RS), onde estava internado devido a complicações cardíacas e renais. Nas redes sociais, amigos, familiares e colegas de profissão lamentaram a morte do profissional, que deixa um legado de mais de 70 anos na cobertura política do Rio Grande do Sul e do Brasil.

O jornalista Carlos Bastos começou a carreira em 1955. Ao longo da trajetória, passou por veículos como o jornal Zero Hora, a Rádio e TV Gaúcha e a Rede Globo, onde participou do lançamento do Jornal Nacional, em 1969.

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Além das redações, Carlos Bastos também foi superintendente de Comunicação Social da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul e secretário de Comunicação no governo estadual de Alceu Collares.

A morte do profissional foi lamentada pelo atual governador gaúcho, Eduardo Leite. “Recebi com tristeza a notícia da morte do jornalista Carlos Henrique Esquivel Bastos, aos 91 anos, uma das maiores referências da imprensa gaúcha. Ao longo de décadas de atuação, testemunhou e ajudou a registrar alguns dos momentos mais marcantes da história política do Rio Grande do Sul e do Brasil, sempre com a dedicação de quem compreendia o jornalismo como um serviço à sociedade”, escreveu.

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“Carlos Bastos: o jornalismo gaúcho perde um de seus grandes mestres”, lamentou o Sindicato de Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul (SindJoRS). “Carlos Henrique Esquivel Bastos foi um dos maiores nomes da imprensa gaúcha e uma das maiores referências do jornalismo político brasileiro. Repórter, editor, colunista e gestor de comunicação pública, formou gerações de jornalistas e conquistou o respeito de profissionais de diferentes correntes políticas e editoriais. Sua credibilidade foi construída pela independência, pela seriedade e pela convicção de que o jornalismo é um serviço essencial à democracia.”