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Com pequenos sete minutos de atraso, Amy Lee surgiu no palco do Net Live Brasília. A figura da cantora, que embalou uma geração de adolescentes no começo dos anos 2000, concretizou a vontade dos fãs brasilienses em assistir o Evanescence ao vivo pela primeira vez na capital.

Com um vestido preto e uma jaqueta cropped de couro negra, como boa parte da plateia, Amy Lee mandou um dos maiores hits da banda logo na terceira música. Ao som de “Going Under”, o público de góticos pulou e cantou junto. Acredite, o verbo pular não é um exagero.

Seguindo o protocolo das estrelas internacionais, Amy Lee distribuiu frases clichês: “Amo estar aqui” e “Vocês são incríveis”.

Talvez a interação protocolar tenha sido o único ponto ruim do show. De resto, o Evanescence mostrou que o hiato de quase cinco anos em nada prejudicou a banda. Se ela foi meio blasé, os brasilienses gritavam “Amy, Amy, Amy” a cada troca de música.

É fato que Amy Lee tocou para uma plateia segura, cheia de fãs. O que se viu durante a noite foi um culto à banda. Público empolgado com a ideia do show do começo ao fim.

Quando parecia que a apresentação ia esfriar, a banda lançou mão de “My Immortal”. A balada, que leva Amy Lee ao piano, reacendeu o público. Há 20 anos, certamente isqueiros seriam acesos, mas dessa vez foram (vários) celulares.

Após 1h22 de show, o Evanescence encerrou a apresentação com “Bring me to life” – certamente a mais popular canção da banda. Quer dizer…encerrou nada. Com um suspense de dois minutos, o grupo voltou para o bis.

 

 

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